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(Cinema) Caminhos da Floresta




Caminhos da Floresta
Gênero: Musical
Nota: 


Fascinante. 
O que posso dizer sobre um filme que tem como elenco Meryl Streep? Confesso que por mais que goste de filmes infantis, esse, sem dúvida, não é um filme para crianças. O roteiro traz uma adaptação de vários contos de fadas, desconstruindo algumas visões do que temos sobre eles, incluindo; chapeuzinho, Rapunzel, João e o pé de feijão, Cinderela e outros. Mas, a história principal é sobre o padeiro, sua mulher e uma bruxa, que para desfazer um feitiço, pede ao casal alguns ingredientes, o qual eles encontram andando pela floresta. E o que dizer dos figurinos? AMEIIIIIIIIIIIII! 


Li inúmeras críticas sobre o filme, algumas bem cruéis, bom, galera isso é um musical. Muitos disseram que o filme é chato por ter música demais, então: Hello!
Eu particularmente gostei e tirei o chapéu para a interpretação de todos no filme, inclusive da Meryl. As músicas são lindas e de arrepiar. No final, traz uma mensagem muito linda, que na minha opinião, já valeu meu ingresso. Os desejos se realizam, ninguém é totalmente mau e nem tampouco bonzinho. Todos cometem erros tentando resolver algumas situações em sua vida. São ensinamentos lindos e as últimas frases do filme me fizeram chorar, ela diz mais ou menos isso:
"Cuidado com o que diz para as crianças, se disser escute-me, elas te escutarão. Elas se espelham em nós, por isso temos que  ter cuidado com o que ensinamos a elas"A mensagem que o filme nos traz é a mais pura realidade. "E se eu não tivesse feito aquilo, se eu não tivesse desejado aquilo...". 

A desconstrução dos personagens de contos de fada e a mudança do final felizes deles, foram o ápice do filme. É muito parecido com a realidade, nem sempre vemos por ai um felizes para sempre!




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Resenha: Dias Perfeitos - Raphael Montes





Dias Perfeitos

Autor: Raphael Montes
Editora: Companhia das Letras
Paginas: 280
Genero: Literatura Brasileira Policial
Avaliação: 

Téo é um solitário estudante de medicina que divide seu tempo entre cuidar da mãe paraplégica e examinar cadáveres nas aulas de anatomia. Durante uma festa, ele conhece Clarice, uma jovem de espírito livre que sonha tornar-se roteirista de cinema. Ela está escrevendo um road movie sobre três amigas que viajam em busca de novas experiências. Obcecado por Clarice, Téo quer dissecar a rebeldia daquela menina. Começa, então, uma aproximação doentia que o leva a tomar uma atitude extrema. Passando por cenários oníricos, que incluem um chalé em Teresópolis e uma praia deserta em Ilha Grande, o casal estabelece uma rotina insólita, repleta de tortura psicológica e sordidez. O efeito é perturbador. Téo fala com calma, planeja os atos com frieza e justifica suas atitudes com uma lógica impecável. A capacidade do autor de explorar uma psique doentia é impressionante – e o mergulho psicológico não impede que o livro siga um ritmo eletrizante, repleto de surpresas, digno dos melhores thrillers da atualidade. Dias perfeitos é uma história de amor, sequestro e obsessão. Capaz de manter os personagens em tensão permanente e pródigo em diálogos afiados, Raphael Montes reafirma sua vocação para o suspense e se consolida como um grande talento da nova literatura nacional.

       Primeiramente, gostaria de agradecer a minha amiga Drizinha Dri, que foi quem me indicou esse livro. No meio da noite, ela veio em meu inbox e disse que havia lido um livro que se enquadrava perfeitamente ao meu gosto literário. Não é surpresa pra ninguém que sou extremamente fanática por livros que exploram a psíquique do leitor.
     Para mim, os melhores livros, são aqueles que de alguma forma desperta algum sentimento no leitor. Seja ela qual for. No meu caso, esse livro me despertou ódio, pavor, medo! Medo de saber que realmente existem pessoas como Téo e que esses eventos são bem perto da realidade.
      
      Téo NÃO é um garoto normal. Ele é retraído, sem amigos e caladão. Estudante de Medicina que cuida de sua mãe paraplégica. Digo que ele não é normal, porque Téo tem como sua única amiga, Gertrudes. Uma defunta que é usada na faculdade para estudo. (Já viram que Téo é tenso, rs). 
       No começo do livro, Téo já começa a demonstrar que tem algum distúrbio psiquico.Ele não sente empatia, amor, nem nenhum sentimento por ninguém que não seja a defunta dissecada.  
      O livro é escrito em terceira pessoa mas na perspectiva do Téo, de forma que o autor te faz viajar na mente dele. Isso foi o que mais gostei do livro. Poder adentrar na mente de uma pessoa doentia. 
    Téo é convencido por sua mãe, Patrícia, a ir a um churrasco contra vontade. Lá ele conhece Clarice, uma garota totalmente extrovertida e que vive a sua vida tipo Foda-se todo mundo! 
      Nesse churrasco, eles conversam e Clarice dá um beijo em Téo. (Fica a dica, jamais beije alguém que nunca viu na vida sem saber se o cara é louco). Pois é. Téo é extremamente louco. A partir daí, ele acredita que Clarice a ama e que ele a ama. (Para vocês verem já o nível de loucura). Nessa festa, Clarice diz a Téo que está escrevendo um roteiro chamado Dias Perfeitos. 
     Téo tem alguns momentos em que se revela um psicopata e sociopata. É louco, violento e acredita em sua própria verdade. Assim que ele percebe que Clarice é indiferente a ele, Téo surta e a sequestra na intenção de que ela perceba que ao conviver com ele, irá se apaixonar também. Ele usa como desculpa, a viagem marcada de Clarice a Teresópolis, no rio de Janeiro. Ela havia marcado essa viagem para que pudesse terminar seu roteiro. Ai começa o calvário de Clarice!
      
      Não quero prosseguir muito para não dar spoilers. Mas, esse livro não tem nada de "uma linda historia de amor" . O livro retrata a maldade, a obsessão e a loucura nua e crua. 
Colocou as duas malas de pé, próximas à porta. Conferiu se Clarice estava confortável naquela posição. Arrastou a mesa, enrolou o tapete manchado de sangue. Estudou o movimento na rua: poucos passantes, todos distraídos. Guardou tapete e malas no bagageiro do carro. Checou mais uma vez se ela parecia bem. Devolveu a mesa de centro ao lugar, trancou a porta da casa e deu partida no Vectra
     
        Eu teria dado 5 estrelas se não tivesse achado alguns furos na história. Até certo momento, tudo estava indo excelentemente bem. Mas, em um ponto, a história deixou de ser crível e passou a ser meio surreal com as explicações dadas pelo autor para o desfecho. Por mais que eu tenha amado a escrita do autor, os fatos e a evolução da história, o final deixou a desejar. Eu como uma boa leitora investigativa, tinha certeza que o autor iria pelo caminho que escolheu, porém torcia para que estivesse errada. Por fim, meu instinto ganhou e a decepção com o final me deixou um pouco chateada. Queria algo mais DARK, mas não aconteceu. Eu esperava mais de Téo, já que ele aparentava ser tão inteligente. Mesmo com um final que não agradou muito, quero ressaltar que o livro é muito bem escrito e estou simplesmente orgulhosa por ter lido um livro nacional com uma qualidade e nível de escrita incrível. Esse é o primeiro livro que leio do autor e ele me ganhou. Certamente, irei ler Suicidas. 
     


      



Jogos Vorazes - A Esperança - Parte 1 (Trailer)


Ahhhh!!! Surtem comigo leitores!
Saiu o trailer de A Esperança parte 1.

Estou tão ansiosa para este filme... Quero ver como Katniss irá lidar com a revolução iniciada pelo distrito 13 após sobreviver duas vezes aos Jogos Vorazes!!! 
Tiozinho do cinema... Já posso garantir meu ingresso na pré-estreia? Diz que simmm!!

Vamos ao trailer, estou em chamas aqui! (risos).


Série VS Livro: The 100


The 100 é uma série de televisão estadunidense transmitida pela The CW. Ele estreou nos Estados Unidos em 19 de março de 2014. Baseado em um livro de mesmo nome, o primeiro de uma série de Kass Morgan, e desenvolvido por Jason Rothenberg.
                                          Crítica (Série) :  

Ah, Meu Deus!
O que dizer sobre essas séries de adaptação de livros ou até mesmo os filmes, em que os diretores resolveram apostar? Como uma boa amante de livros, eu só tenho a agradecer. Embora, muitas vezes alguns me frustam por não seguir a risca o enredo ou até mesmo mudar algumas coisas. Isso me irrita muito. Foi assim com o filme Divergente, que senti falta de várias passagens do livro e fora que mudaram algumas partes também. Mas é isso, fazer o que? Temos que nos conformar que quando se adapta um livro para uma série ou filme, muitas coisas ficam perdidas pelo caminho.

Conheci a série The 100 através de uma amiga. É o tipo de série que eu amo. Senti algumas semelhanças com a série Terra Nova. A qual só houve uma temporada e pelo que me parece, naufragou... Uma pena porque particularmente, achei excelente.

A série é baseada no livro de Kass Morgan.
Conta a história de 100 jovens criminosos, escolhidos para voltarem A TERRA após uma Guerra Nuclear.


Ahhhhh! Adoroooooooooooo!


Desde a terrível guerra nuclear que assolou a Terra, a humanidade passou a viver em espaçonaves a milhares de quilômetros de seu planeta natal. Mas com uma população em crescimento e recursos se tornando escassos, governantes sabem que devem encontrar uma solução. Cem delinquentes juvenis — considerados gastos inúteis para a sociedade restrita — serão mandados em uma missão extremamente perigosa: recolonizar a Terra. Essa poderá ser a segunda chance da vida deles... ou uma missão suicida.

Consegui o livro numa troca com uma amiga no grupo de Trocas e Vendas no Facebook. Ainda não li, mas a série devorei em dois dias.

Para mim, o ponto alto da série é quando os 100 chegam ao planeta Terra. Eles foram enviados para descobrir se a terra já estava habitável, sem radiação. Pois o engenheiro da nave onde moram no espaço, detectou uma falha e descobriu que em pouco tempo, todos morrerão por falta de oxigênio. Por isso, numa tentativa desesperada, os 100 são enviados para essa missão na terra.
Mas, eles descobrem mais do que isso. Descobrem que não estão sozinhos.
Agora me pergunto como uma parte da população conseguiu sobreviver? Tô chocada até agora.

Os personagens são bem construídos, a trama é rápida e envolvente. Impossível começar um episódio e não querer continuar. Eu gostei de todos os personagens. Geralmente sempre tem um que me irrita, mas, mesmo esse alguém sendo o Bellamy, o cara se se julga o fodão e quer dar uma de o Rei do pedaço, eu me simpatizei com ele.



A Clarke é uma fofa. Linda, inteligente, habilidosa e tem bom coração. Em alguns momentos me deu vontade de torcer o pescoço dela por ir na onda do Bellamy. Fora isso, a personagem ao meu ver é perfeita.

Gente, nem falo nada do Terra-Firme que se apaixona pela Octavia... E por falar em Octávia, eu já comecei a série rindo de uma cena hilária em que ela grita assim que coloca os pés na terra.



Todo mundo com medo de sair da nave e ela vai, corre e grita: Chegamos, Vadia!
Ri muito.
Octavia é uma personagem de bastante destaque. Irmã de Bellamy.

Eu gostei da forma como tudo acontece. Como os 100 se juntam para conseguir sobrevivência num planeta até então, desconhecido por eles. A única coisa que conheciam e sabiam sobre a terra é que todos morreram numa guera nuclear. Bom, pelo menos era isso que pensavam.

Eu recomendo a série. Vou começar a ler o livro e já sei que ele é contado por quatro personagens. Dando enfoque na história deles. Eu já sabia que isso aconteceria porque seria impossível uma visão de cada um dos 100 personagens. Mas espero não me decepcionar.

Vou esperar agora ansiosa para o inicio da segunda temporada!
Que venha mais THE 100!!




Cinema: No Limite do Amanhã "Edge of Tomorrow"


Filme: No Limite do Amanhã - Edge of Tomorrow
Atores: Tom Cruise, Emily Blunt, Bill Paxton, Brendan Gleeson, Charlotte Riley.
Diretor: Doug Liman
Crítica: 

O lema é: Viva, Morra, Repita.
O mundo está tomado por alienígenas altamente inteligentes, onde querem apenas destruir tudo o que encontra pela frente em benefício próprio.
Tom Cruise interpresa Bill Cage, um major do exército americano.

Primeiramente, gostaria de ressaltar que assim como Oblivion, esse também é um filme um pouco confuso. Em nenhum momento eles explicam como e nem o porque os alienígenas querem o domínio da Terra. Também não é explicado como eles vieram parar em nosso planeta. Isso é um dos fatos de não ter dado 5 estrelas para o filme. Os personagens são bem construídos e o enredo tinha tudo para ser um sucesso. Mas na metade do filme, fica um pouco enfadonho, vou explicar o porque.

Equivocadamente, o Major Bill é considerado um desertor e vai parar no esquadrão 'J', uma equipe de linha de frente (soldados treinados), para aniquilar os alienígenas. E no dia em que o Major chega no esquadrão, eles iniciam a batalha que pode fazer com que eles retomem o planeta.
Acontece que Bill morre assim que chega à praia na luta contra o inimigo. E, ao lado de Rita (Emily Blunt), uma guerreira que tem alguns mistérios ao longo da trama, se juntam e reiniciam sempre no mesmo dia. O objetivo é descobrir um jeito de ganhar a batalha, e, para isso, toda vez em que Bill falha e morre, o dia se reinicia e ele começa tudo de novo. Isso torna um pouco cansativo, mas, ao mesmo tempo, interessante. Bill aprende com as falhas e erros e também com a ajuda de Rita como salvar o planeta.


Tom Cruise é brilhante! Adoro seus filmes e ele interpreta com amor. Ele entra no personagem de uma tal forma que você realmente acredita. O legal é vê-lo entender no decorrer do filme, o porque ele reinicia sempre no mesmo dia e a forma em que ele lida com isso. Eu só gostaria que tivessem explicado o motivo dessa invasão,  o que os alienígenas queriam em nosso planeta. Aliás, devo dizer que esses alienígenas são de outro mundo ( risos). Pense nos monstros Aliens e a rapidez do The Flash... Sim, eles são fantásticos e mega rápidos. Se piscar, você já era. Fora a tecnologia das armas e armaduras dos soldados... Me lembrou um pouco aquela de Elysium, que o protagonista Matt Damon, usava. 


Para quem curte esse estilo de filme, não irá se decepcionar... Compre sua pipoca, refrigerante e embarque nessa aventura alucinante!

Assista ao trailer:



Sorteio: Em Meus Pensamentos - Bella Andre

Olá leitores queridos!
Vamos de promoção?
Não é surpresa para ninguém o sucesso dos livros da autora Bella Andre. A série os Sullivans vem conquistando a cada dia fãs pelo mundo todo. E como não amar esses irmãos tão lindos e românticos?
Então, o blog preparou um belo sorteio para as fãs enlouquecidas. Estamos sorteando O oitavo livro da série: Em Meus Pensamentos.
Veja como participar:




Sinopse:
Quantos de nós podemos contar com uma segunda chance? Grayson Tyler enfrentou uma
tragédia três anos atrás. Agora, ele está recomeçando sua vida nas montanhas da Califórnia. Talvez a paisagem calma, com céu azul, mar e montanhas, o ajude a se esquecer do passado infeliz. Nesse refúgio, ele também deseja ser esquecido por todos que o fizeram sofrer.
A tranquilidade vai embora para sempre no dia em que a energia vibrante de Lori Sullivan invade a sua vida. Uma bailarina tão linda quanto impertinente, que não costuma levar desaforo para casa e não está nem um pouco interessada em agradar. O magnetismo entre os dois promete tirar, literalmente, o sossego de Grayson, mas o fazendeiro solitário não está disposto a baixar a guarda.
Ele não vai deixar essa novata virar sua vida de cabeça para baixo.

ATENÇÃO AS REGRAS:

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Todos os passos serão verificados por nós. Caso o ganhador não tenha cumprido todos os itens, será desclassificado.
Todos terão de ter endereço de entrega no Brasil.

O sorteio será realizado no dia 30 de Julho.
O ganhador será avisado por e-mail e terá 48hrs para entrar em contato. Caso não ocorra, um novo sorteio será realizado.
O sorteio será feito pelo Random.
Boa Sorte!

Cinema: A Culpa é das Estrelas

       Antes de qualquer coisa, gostaria de explicar o meu pequeno sumiço aqui no blog. Foram tantas coisas que me aconteceram... Motivos de doença, trabalhos acumulados, enfim... ESTOU DE VOLTA!!!!

       Para selar o meu retorno, venho trazendo uma resenha sobre o filme A Culpa é das Estrelas.
   Quero ressaltar que este filme foi o único até hoje que me deixou como uma boba chorando descontroladamente no cinema. Eu até chorei em Titanic, mas não teve comparação. E como uma boa sofredora, eu assisti ao filme ACEDE 2 vezes. Sim, e as duas me deixou da mesma forma. 




Nota: 

Eu me apaixonei pelo livro já na primeira página. O filme, pela primeira cena. Achei que a escolha dos personagens foi super acertada. A Shailene  Woodley está fantástica. Amei o desenvolvimento dela em Divergente e em ACEDE ela está ainda mais fantástica. Pra mim, ela realmente incorporou a Hazel Grace, não vejo outra pessoa para o lugar dela. Já o Ansel Elgort, olhava para ele e ficava imaginando: "Sério que ele era o irmão dela em Divergente?". Ao contrário de sua atuação em Divergente, eu amei a interpretação dele como Gus. Cômico, sarcástico, alegre...Ele compõe uma aparência forte, mas é um rapaz normal com suas inseguranças. Um personagem fantástico que me rendeu muitas gargalhadas. 


       O filme foi além de minhas expectativas. Com várias adaptações de livros sendo feitas, essa, não deixou nada a desejar. Os diálogos foram bem dirigidos, roteiro excepcional, e a abordagem da doença "câncer", feita de uma forma sutil, divertida em alguns momentos e triste quando precisava ser. 
      Os personagens em alguns momentos brincam com o fato de Gus ter perdido uma perna, a Hazel não poder respirar e o amigo não poder enxergar. Cenas engraçadas, não é como aqueles filmes muito melodramáticos te forçando a chorar. É espontâneo, foi por isso que me apaixonei.
       O tema principal é a luta desses adolescentes contra o câncer. Mas as pegadas românticas, a amizade, a vontade de viver e a esperança, é o que torna o filme excepcional. Eu poderia passar a minha vida assistindo ao filme e ainda sim, teria os mesmos efeitos sobre mim. Para quem não assistiu, não vou alongar a crítica para não soltar spoilers. Corram e assistam. Ah! Mas antes, leiam o livro, e vão preparados para chorarem muito!




Resenha: O Herói Perdido

Nota: 
Os Heróis do Olimpo - O Herói Perdido - Rick Riordan

Sinopse. Novos e conhecidos personagens do Acampamento Meio-Sangue dividem espaço nesse primeiro volume da série Os heróis do Olimpo. Rick Riordan volta ao universo de Percy Jackson e os Olimpianos com ainda mais aventuras, humor e mistério. 

Depois de salvar o Olimpo do maligno titã Cronos, Percy Jackson e seus amigos trabalharam duro para reconstruir seu mais querido refúgio, o Acampamento Meio-Sangue. É lá que a próxima geração de semideuses terá de se preparar para enfrentar uma nova e aterrorizante profecia.

Os campistas seguirão firmes na inevitável jornada, mas, para sobreviver, precisarão contar com a ajuda de alguns heróis, digamos, um pouco mais experientes - semideuses dos quais todos já ouvimos falar... e muito.

                                                              


Finalmente, dei inicio a leitura dessa série. Fazia muito tempo que eu havia comprado esse livro e desde então venho me enrolando, pois não queria ler sem ter a continuação. Assim como Percy Jackson e os Olimpianos, eu queria todos os livros ali, ao meu dispôr para ler um em seguida do outro. 
Mas então, veio a Maratona Literária de Carnaval e eu não contive a curiosidade, não pensei duas vezes para colocá-lo entre minhas metas de leitura e lhes digo: me arrependi, e depois conto o porque.

Logo nos primeiros capítulos o que mais me incomodou foi a ausência do Percy. Mesmo já sabendo o que houve com ele, devido a diversos spoilers que recebi antes de ler, aquilo me incomodou muito. Depois de ler PJO, Percy Jackson se tornou, sem sombra de dúvidas, um dos meus personagens favoritos. O fato de tudo começar com outro jovem no lugar dele, aquilo partiu o coração da semideusa aqui.
Além de novos personagens, eu já notei outras grandes diferenças entre uma série e outra. A diferença mais gritante, sem dúvida alguma, é a narrativa.
Na primeira série mitológica de Riordan, nós encontramos Percy Jackson logo na primeira página, com a narrativa em primeira pessoa e em todo o decorrer dos livros, as aventuras voam em nossa cara como se estivéssemos realmente dentro da história, eis o motivo pelo qual sou tão apaixonada por narrativas pessoais.

Já em Os Heróis do Olimpo, o padrão de sermos bombardeados com o personagem principal se mantem, mas tudo é feito em narrativa observadora e como disse anteriormente, não é Percy.
Ele se chama Jason Grace, é um jovem que misteriosamente acordou em um ônibus escolar, de mãos dadas com uma garota que se apresenta como Piper, sua namorada. A sua frente, um rapaz com TDAH chamado Leo, se diz seu melhor amigo. Provavelmente isso seria uma cena muito comum, se não fosse por um porém: Jason não se lembra de quem é, de onde veio e muito menos como veio parar naquele bendito ônibus. Suas memórias foram completamente apagadas e, a partir disso, um enigma muito bem construído começa a ser desenrolado.

Outra diferença que eu realmente adorei, foi o amadurecimento extremamente perceptível da história. Tanto os personagens que já conhecemos, quanto os novos, todos se mostram muito mais maduros. Para aqueles que, assim como eu, se encantaram com o romance de Riordan, em Percabeth, essa nova série com certeza será um prato cheio. Aliás, não apenas por isso. Eu achei o livro perfeito pra qualquer pessoa que busque uma boa dose de aventura, tenho certeza que a série irá seguir esse ritmo e foi justamente por isso, que eu me arrependi de tê-lo lido.
O final que Riordan nos deu, é tão enigmático que o leitor fica necessitado da continuação imediatamente e, como eu disse, não tenho. Por isso, estou aqui roendo as unhas. Então, caros leitores, guardem essa dica e só leiam quando tiverem a coleção toda com vocês. A não ser que queiram ser dolorosamente torturados.

Sete meio-sangues responderão ao chamado.
Em tempestade ou fogo, o mundo terá acabado.
Um juramento a manter com um alento final,
E inimigos com armas ás Portas da Morte afinal. 
— A Grande Profecia
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